Poderia a matéria escura ser composta por buracos negros de um universo anterior?

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  Uma nova pesquisa sugere que buracos negros remanescentes de antes do Big Bang ainda podem moldar galáxias hoje. Esses buracos negros poderiam explicar a matéria escura, uma das maiores questões não resolvidas da cosmologia. De modo geral, buracos negros são regiões do espaço-tempo onde a matéria é comprimida em um espaço minúsculo. A matéria escura, por sua vez, é a matéria que não reflete nem absorve luz. Sabemos que ela existe devido à sua influência gravitacional sobre galáxias e outras estruturas cósmicas. Ela pode ser vista como a "cola" que mantém as galáxias unidas, mas não sabemos do que é feita em um nível fundamental. A maioria dos físicos acredita que a matéria escura é composta de uma partícula subatômica ainda não descoberta. Mas buracos negros antigos, anteriores ao Big Bang, também se encaixam na descrição. Eles são escuros, mas também possuem massa – exatamente as propriedades necessárias. É claro que a ideia de buracos negros remanescentes também exige uma...

Descoberta a mais antiga evidência de mobilidade na Terra

Traços fossilizados de motilidade encontrados em rochas de 2,1 bilhões de anos.

Fósseis antigos dos primeiros organismos a exibirem movimento foram descobertos por uma equipe internacional de cientistas.
Descobertos em rochas no Gabão e datados de aproximadamente 2,1 bilhões de anos, os fósseis sugerem a existência de um aglomerado de células únicas que se juntaram para formar um organismo multicelular que se movia pela lama em busca de um ambiente mais favorável.
A equipe, que incluiu especialistas da Universidade de Cardiff, afirma que a nova descoberta coloca a primeira evidência de mobilidade na Terra a mais de 1,5 bilhão de anos antes do que se pensava anteriormente, e levanta novas questões sobre a história da vida.
Descobertas anteriores datavam os primeiros vestígios de locomoção em organismos complexos em rochas muito mais jovens, datadas de 570 milhões de anos atrás, de várias localidades.
Em um novo estudo, publicado na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências, a equipe relatou encontrar movimentos de traços similares para organismos complexos que prosperaram há 2,1 bilhões de anos no mar interior de Francevillian.
Análise detalhada em 3D usando uma técnica de imageamento por raios X não-destrutiva, juntamente com datações geométricas e químicas, revelou que os novos fósseis pertencem a um organismo que provavelmente passava a maior parte do tempo em águas oxigenadas e, portanto, era dependente de oxigênio.
Os fósseis são preservados como estruturas tubulares que atravessam a rocha em camadas finas com um diâmetro consistente de poucos milímetros.
Localizadas ao lado dessas estruturas tubulares, havia biofilmes microbianos fossilizados que, acreditam os pesquisadores, atuavam como áreas de pastagem para os organismos multicelulares.
Co-autor do estudo, Dr. Ernest Chi Fru, da Escola de Ciências da Terra e do Oceano da Universidade de Cardiff, disse: "É plausível que os organismos por trás desse fenômeno se movessem em busca de nutrientes e oxigênio produzidos por bactérias no solo marinho".
"Os resultados levantam uma série de questões fascinantes sobre a história da vida na Terra, e como e quando os organismos começaram a se mover. Isso foi uma inovação biológica primitiva, um prelúdio para formas mais aperfeiçoadas de locomoção vistas ao nosso redor hoje, ou foi simplesmente uma experiência que foi interrompida?".

Fonte> Space Daily via Universidade de Cardiff

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