Poderia a matéria escura ser composta por buracos negros de um universo anterior?

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  Uma nova pesquisa sugere que buracos negros remanescentes de antes do Big Bang ainda podem moldar galáxias hoje. Esses buracos negros poderiam explicar a matéria escura, uma das maiores questões não resolvidas da cosmologia. De modo geral, buracos negros são regiões do espaço-tempo onde a matéria é comprimida em um espaço minúsculo. A matéria escura, por sua vez, é a matéria que não reflete nem absorve luz. Sabemos que ela existe devido à sua influência gravitacional sobre galáxias e outras estruturas cósmicas. Ela pode ser vista como a "cola" que mantém as galáxias unidas, mas não sabemos do que é feita em um nível fundamental. A maioria dos físicos acredita que a matéria escura é composta de uma partícula subatômica ainda não descoberta. Mas buracos negros antigos, anteriores ao Big Bang, também se encaixam na descrição. Eles são escuros, mas também possuem massa – exatamente as propriedades necessárias. É claro que a ideia de buracos negros remanescentes também exige uma...

Borboleta Cósmica

Assemelhando-se a uma borboleta com sua estrutura simétrica, cores bonitas e padrões intrincados, essa impressionante bolha de gás é uma nebulosa planetária. Conhecida como NGC 2899, a nebulosa parece flutuar pelo céu nesta nova foto do Very Large Telescope (VLT) do ESO. Esse objeto nunca havia sido fotografado com detalhes tão impressionantes, com as fracas bordas externas da nebulosa planetária brilhando sobre as estrelas de fundo.

As vastas faixas de gás da NGC 2899 se estendem até um máximo de dois anos-luz do centro, brilhando intensamente na frente das estrelas da Via Láctea, à medida que o gás atinge temperaturas superiores a dez mil graus. As altas temperaturas são devidas à grande quantidade de radiação da estrela-mãe da nebulosa, que faz com que o gás hidrogênio brilhe em um halo avermelhado ao redor do gás oxigênio, em azul.

Este objeto, localizado entre 3000 e 6500 anos-luz de distância, na direção da  constelação sul de Vela, tem duas estrelas centrais, que se acredita darem sua aparência quase simétrica. Depois que uma estrela alcançou o fim de sua vida útil e eliminou suas camadas externas, a outra estrela agora interfere no fluxo de gás, formando a forma de dois lobos vista aqui. Apenas cerca de 10 a 20% das nebulosas planetárias exibem esse tipo de forma bipolar.

Fonte: Phys.ORG

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