Poderia a matéria escura ser composta por buracos negros de um universo anterior?

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  Uma nova pesquisa sugere que buracos negros remanescentes de antes do Big Bang ainda podem moldar galáxias hoje. Esses buracos negros poderiam explicar a matéria escura, uma das maiores questões não resolvidas da cosmologia. De modo geral, buracos negros são regiões do espaço-tempo onde a matéria é comprimida em um espaço minúsculo. A matéria escura, por sua vez, é a matéria que não reflete nem absorve luz. Sabemos que ela existe devido à sua influência gravitacional sobre galáxias e outras estruturas cósmicas. Ela pode ser vista como a "cola" que mantém as galáxias unidas, mas não sabemos do que é feita em um nível fundamental. A maioria dos físicos acredita que a matéria escura é composta de uma partícula subatômica ainda não descoberta. Mas buracos negros antigos, anteriores ao Big Bang, também se encaixam na descrição. Eles são escuros, mas também possuem massa – exatamente as propriedades necessárias. É claro que a ideia de buracos negros remanescentes também exige uma...

Novo Estudo de Fluxo de Lava Sugere que Vênus não era Semelhante a Terra

Close-up do fluxo de lava Ovda Fluctus - a linha escura mostra sua margem. Crédito de imagem: NASA

Um novo estudo do fluxo de lava Ovda Fluctus em Vênus indica que ele é feito de lava basáltica. Essa descoberta enfraquece a noção de que Vênus poderia ter sido semelhante à Terra com um oceano antigo de água líquida.
Estudos anteriores sugeriam que Vênus no início era quente e úmido com base na química de sua atmosfera e na presença de terras altas. Pensa-se que essas terras altas eram formadas por rochas graníticas, como os continentes da Terra, que exigiam a formação de oceanos de água.
Cientistas do Instituto Lunar e Planetário (LPI), incluindo o estudante Frank Wroblewski, do Northland College, descobriram que um fluxo vulcânico no planalto Ovda Regio, onde se situa a Ovda Fluctus, de Vênus é composto de lava basáltica, questionando a ideia de que o planeta possa ter sido uma vez parecido com a Terra com um oceano antigo de água líquida.
A equipe do LPI redesenhou novamente o fluxo de lava do Ovda Fluctus usando dados de radar. Eles descobriram que o fluxo não é granítico, como era esperado em sua localização, mas é mais provável que seja formado por rochas de basalto que podem se formar com ou sem água.
O resultado tem implicações potencialmente significativas para a história evolutiva de Vênus. O novo mapa e os resultados foram publicados no Journal of Geophysical Research: Planets.
"Sabemos muito pouco sobre a superfície de Vênus", diz o membro da equipe Dr. Allan Treiman, cientista da Associação de Pesquisa Espacial das Universidades (USRA) do Instituto Lunar e Planetário (LPI). "Se as terras altas de Ovda Regio são feitas de rochas basálticas como a maioria de Vênus, elas provavelmente foram espremidas até suas alturas atuais por forças internas, possivelmente como montanhas que resultam de placas tectônicas na Terra".

Fonte: Space Daily

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