Poderia a matéria escura ser composta por buracos negros de um universo anterior?

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  Uma nova pesquisa sugere que buracos negros remanescentes de antes do Big Bang ainda podem moldar galáxias hoje. Esses buracos negros poderiam explicar a matéria escura, uma das maiores questões não resolvidas da cosmologia. De modo geral, buracos negros são regiões do espaço-tempo onde a matéria é comprimida em um espaço minúsculo. A matéria escura, por sua vez, é a matéria que não reflete nem absorve luz. Sabemos que ela existe devido à sua influência gravitacional sobre galáxias e outras estruturas cósmicas. Ela pode ser vista como a "cola" que mantém as galáxias unidas, mas não sabemos do que é feita em um nível fundamental. A maioria dos físicos acredita que a matéria escura é composta de uma partícula subatômica ainda não descoberta. Mas buracos negros antigos, anteriores ao Big Bang, também se encaixam na descrição. Eles são escuros, mas também possuem massa – exatamente as propriedades necessárias. É claro que a ideia de buracos negros remanescentes também exige uma...

Hubble Captura o Brilhante Coração de uma Galáxia Maciça

Esta esfera de luz difusa é uma gigantesca galáxia elíptica com incríveis 200 bilhões de estrelas. Ao contrário das galáxias espirais, que têm uma estrutura bem definida e possuem braços espirais destacados, as galáxias elípticas parecem bastante lisas e sem feições. É provável que essa galáxia, denominada Messier 49 (M49), tenha sido descoberta pelo astrônomo francês Charles Messier em 1771. A uma distância de 56 milhões de anos-luz e com 157.000 anos-luz de extensão, a M49 foi o primeiro membro do Aglomerado de Virgem de galáxias a ser descoberto, e é mais luminosa do que qualquer outra galáxia a sua distância ou mais próxima.
As galáxias elípticas tendem a conter uma porção maior de estrelas mais antigas do que as galáxias espirais e também não possuem estrelas jovens e azuis. A Messier 49 é muito amarela, o que indica que as estrelas dentro dela são mais antigas e mais vermelhas que o Sol. De fato, o último grande episódio de formação de estrelas dentro da galáxia foi há cerca de seis bilhões de anos atrás - antes do nascimento do Sol.
Messier 49 também é rica em aglomerados estelares globulares; ela hospeda cerca de 6.000 - um número que supera os 150 encontrados dentro e ao redor da Via Láctea. Em média, esses aglomerados têm 10 bilhões de anos. Messier 49 também é conhecida por abrigar um buraco negro supermassivo em seu centro com a massa de mais de 500 milhões de sóis, identificável pelos raios X que saem do coração da galáxia. Como esta imagem do Hubble compreende observações ópticas e infravermelhas, esses raios X não são visíveis aqui.

Fonte: NASA

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