Poderia a matéria escura ser composta por buracos negros de um universo anterior?

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  Uma nova pesquisa sugere que buracos negros remanescentes de antes do Big Bang ainda podem moldar galáxias hoje. Esses buracos negros poderiam explicar a matéria escura, uma das maiores questões não resolvidas da cosmologia. De modo geral, buracos negros são regiões do espaço-tempo onde a matéria é comprimida em um espaço minúsculo. A matéria escura, por sua vez, é a matéria que não reflete nem absorve luz. Sabemos que ela existe devido à sua influência gravitacional sobre galáxias e outras estruturas cósmicas. Ela pode ser vista como a "cola" que mantém as galáxias unidas, mas não sabemos do que é feita em um nível fundamental. A maioria dos físicos acredita que a matéria escura é composta de uma partícula subatômica ainda não descoberta. Mas buracos negros antigos, anteriores ao Big Bang, também se encaixam na descrição. Eles são escuros, mas também possuem massa – exatamente as propriedades necessárias. É claro que a ideia de buracos negros remanescentes também exige uma...

Asteroide Gigante Voa Através da Órbita da Terra-Lua

Com apenas algumas horas depois de detectado, um asteroide relativamente grande passou pela órbita da Terra-Lua no fim de semana.
O asteroide foi descoberto pela Catalina Sky Survey da Universidade do Arizona em 14 de abril de 2018. O corpo, nomeado 2018 GE3, sobrevoou a órbita da Lua horas depois de descoberto. O astrônomo amador austríaco Michael Jäger registrou o objeto passando pelas constelações do sul de Serprens.
"O 2018 GE3 é o maior asteroide conhecido a passar tão perto da Terra na história da observação", disse Jäger, citado pela NASA Spaceweather.
"A intensidade da luz refletida pelo 2018 GE3 indica que ele teria entre 47 e 109 metros de largura. Ele estava brilhando como uma estrela de magnitude 13 na época de minhas observações", disse Jäger.
Se o asteroide tivesse atingido a Terra, a devastação teria sido regional, mas não global, e é possível que o 2018 GE3 pudesse ter queimado na atmosfera antes mesmo de chegar a superfície. Não há como dizer, já que mapear as trajetórias de impacto de objetos que caem na Terra é notoriamente difícil.
Esta classe de asteroides que inclui 2018 GE3 tem o nome Tunguska. Tunguska foi um asteroide de quase 60 metros que em 1908  arrasou uma floresta siberiana, explodindo com uma força estimada equivalente às maiores bombas de hidrogênio já construídas, entre 15 e 30 megatons.
Mas um asteroide não precisa ser da classe Tunguska para causar estragos: em 2013, o meteoro de Chelyabinsk, com 15 metros de altura, explodiu sobre a Rússia, ferindo 1.200 pessoas e quebrando milhares de janelas.
O DART bateria contra o asteroide menor, o Didymos B, para mudar sua órbita
Em 2022, a NASA planeja dar à sua sonda de Redirecionamento do Asteroide Duplo (DART, na sigla em inglês) um teste real. O DART se chocará com um asteroide binário chamado Didymos - Didymos A, de 780 metros e Didymos B, de 160 metros - para colocar na prática o que é conhecido como técnica de pêndulo cinético - bater no asteroide para mudar sua órbita - a fim de defender a Terra de um possível impacto futuro.

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