Poderia a matéria escura ser composta por buracos negros de um universo anterior?

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  Uma nova pesquisa sugere que buracos negros remanescentes de antes do Big Bang ainda podem moldar galáxias hoje. Esses buracos negros poderiam explicar a matéria escura, uma das maiores questões não resolvidas da cosmologia. De modo geral, buracos negros são regiões do espaço-tempo onde a matéria é comprimida em um espaço minúsculo. A matéria escura, por sua vez, é a matéria que não reflete nem absorve luz. Sabemos que ela existe devido à sua influência gravitacional sobre galáxias e outras estruturas cósmicas. Ela pode ser vista como a "cola" que mantém as galáxias unidas, mas não sabemos do que é feita em um nível fundamental. A maioria dos físicos acredita que a matéria escura é composta de uma partícula subatômica ainda não descoberta. Mas buracos negros antigos, anteriores ao Big Bang, também se encaixam na descrição. Eles são escuros, mas também possuem massa – exatamente as propriedades necessárias. É claro que a ideia de buracos negros remanescentes também exige uma...

Mars Curiosity Comemora o seu Milésimo Dia Marciano

O rover Mars Curiosity da NASA acaba de atingir um novo marco: o seu milésimo dia em Marte, ou sol, no Planeta Vermelho. Um mosaico de imagens tiradas pelo rover em janeiro oferece uma prévia do que vem a seguir.
A imagem acima mostra o Monte Sharp, que o Curiosity vem escalando desde setembro de 2014. No centro da imagem está o próximo grande alvo científico do rover: uma área esbranquiçada que os cientistas estudaram em órbita e determinaram conter minerais de argila.
A formação de minerais de argila requer água. Os cientistas já determinaram que as camadas inferiores do Monte Sharp se formavam dentro dos lagos que outrora abarcavam o chão da cratera da Gale. A área à frente poderia oferecer informações adicionais sobre a presença de água, quanto tempo ela pode ter persistido e se o ambiente antigo pode ter sido adequado para a vida.
A equipe de cientistas da Curiosity está ansiosa para analisar amostras retiradas das rochas argilosas vistas no centro da imagem. O rover recentemente começou a testar novamente sua perfuratriz pela primeira vez desde dezembro de 2016. Um novo processo para perfurar amostras de rochas e enviá-las aos laboratórios a bordo do rover ainda está sendo aperfeiçoado em preparação para alvos científicos como a área com minerais argilosos.
O Curiosity pousou em agosto de 2012 e percorreu 18,7 quilômetros na superfície marciana nesse período. Em 2013, a missão encontrou evidências de um antigo ambiente de lago de água doce que oferecia todos os ingredientes químicos básicos para a vida microbiana.
Desde que chegou ao Monte Sharp em 2014, o Curiosity examinou ambientes em que tanto a água quanto o vento deixaram suas marcas. Tendo estudado mais de 182 metros de rochas com sinais de lagos e águas subterrâneas, a equipe científica internacional da Curiosity concluiu que as condições habitáveis ​​duraram pelo menos milhões de anos.


Fonte: NASA

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