Poderia a matéria escura ser composta por buracos negros de um universo anterior?

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  Uma nova pesquisa sugere que buracos negros remanescentes de antes do Big Bang ainda podem moldar galáxias hoje. Esses buracos negros poderiam explicar a matéria escura, uma das maiores questões não resolvidas da cosmologia. De modo geral, buracos negros são regiões do espaço-tempo onde a matéria é comprimida em um espaço minúsculo. A matéria escura, por sua vez, é a matéria que não reflete nem absorve luz. Sabemos que ela existe devido à sua influência gravitacional sobre galáxias e outras estruturas cósmicas. Ela pode ser vista como a "cola" que mantém as galáxias unidas, mas não sabemos do que é feita em um nível fundamental. A maioria dos físicos acredita que a matéria escura é composta de uma partícula subatômica ainda não descoberta. Mas buracos negros antigos, anteriores ao Big Bang, também se encaixam na descrição. Eles são escuros, mas também possuem massa – exatamente as propriedades necessárias. É claro que a ideia de buracos negros remanescentes também exige uma...

O SORRISO DO GATO DE ALICE


A teoria geral da relatividade de Albert Einstein, publicada há mais de 100 anos, previa o fenômeno da lente gravitacional. E isso é o que dá a essas galáxias distantes uma aparência tão incrível, vista através do espelho de raios-X e dados de imagem óptica dos telescópios espaciais Chandra e Hubble. Apelidado de grupo de galáxias do Gato de Cheshire, devido à semelhança com o gato sorridente de "Alice no País das Maravilhas", as duas grandes galáxias elípticas do grupo (os olhos do gato) são supostamente enquadradas por arcos. Os arcos (um deles semelhante a um sorriso) são imagens ópticas de galáxias de fundo distantes, vistas pelo efeito de lente gravitacional. As duas galáxias estão em rota de colisão a uma velocidade de quase 1.350 km/s, aquecendo o gás em milhões de graus e produzindo o brilho de raios X mostrado em tons roxos. Logo, essa formação desaparecerá num futuro distante. O grupo do Gato de Cheshire sorri na direção da constelação da Ursa Major, a cerca de 4,6 bilhões de anos-luz de distância.

Fonte: APOD

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