Poderia a matéria escura ser composta por buracos negros de um universo anterior?

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  Uma nova pesquisa sugere que buracos negros remanescentes de antes do Big Bang ainda podem moldar galáxias hoje. Esses buracos negros poderiam explicar a matéria escura, uma das maiores questões não resolvidas da cosmologia. De modo geral, buracos negros são regiões do espaço-tempo onde a matéria é comprimida em um espaço minúsculo. A matéria escura, por sua vez, é a matéria que não reflete nem absorve luz. Sabemos que ela existe devido à sua influência gravitacional sobre galáxias e outras estruturas cósmicas. Ela pode ser vista como a "cola" que mantém as galáxias unidas, mas não sabemos do que é feita em um nível fundamental. A maioria dos físicos acredita que a matéria escura é composta de uma partícula subatômica ainda não descoberta. Mas buracos negros antigos, anteriores ao Big Bang, também se encaixam na descrição. Eles são escuros, mas também possuem massa – exatamente as propriedades necessárias. É claro que a ideia de buracos negros remanescentes também exige uma...

Grande Asteroide Passará com Segurança pela Terra em 1º de Setembro

O grande asteroide Florence passará relativamente próximo da Terra em 1 de Setembro de 2017, a uma distância de aproximadamente 7 milhões de quilômetros, ou cerca de 18 vezes a distância Terra-Lua. Florence está entre os maiores asteroides próximos da Terra que possuem vários quilômetros de diâmetro. As medidas do telescópio espacial Spitzer da NASA e da missão NEOWISE indicam que ele tem cerca de 4,4 quilômetros.
"Enquanto muitos asteroides conhecidos passaram mais perto da Terra do que Florence, todos esses foram estimados menores", disse Paul Chodas, gerente do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS, na sigla em inglês), da NASA. "Florence é o maior asteroide a passar perto do nosso planeta desde que este programa começou a rastreá-los"

Este encontro relativamente próximo proporcionará uma oportunidade para os cientistas estudarem este asteroide de perto. Espera-se que Florence seja um excelente alvo para observações de radar terrestres. O plano é usar os radiotelescópios de Goldstone, da NASA, na Califórnia, e o de Arecibo, da Fundação Nacional de Ciência em Porto Rico. As imagens de radar resultantes mostrarão o tamanho real de Florence e também poderão revelar detalhes de superfície tão pequenos quanto 10 metros.
O asteroide Florence foi descoberto por Schelte 'Bobby' Bus, no Siding Spring Observatory, na Austrália em março de 1981. É nomeado em homenagem a Florence Nightingale (1820-1910), fundadora da enfermagem moderna. O encontro de 2017 será o mais próximo desse asteroide desde 1890 e o mais próximo até depois de 2500. Florence irá iluminar em nona magnitude no final de agosto e no início de setembro, quando será visível com pequenos telescópios durante várias noites à medida que ele se move em frente das constelações Piscis Austrinus, Capricornus, Aquarius e Delphinus.
Radiotelescópios tem sido usados para observar centenas de asteroides. Quando esses pequenos remanescentes da formação do sistema solar passam relativamente perto da Terra, o radar de espaço profundo passa a ser uma técnica poderosa para estudar seus tamanhos, formas, rotação, características de superfície e rugosidade, e para uma determinação mais precisa do sua órbita.

Fonte: NASA

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